“Por favor, não leve a mal se eu me fechar, se eu sumir e não te procurar, se eu me calar, me afastar, te ignorar. Não leve a mal se eu literalmente desaparecer de vez em quando. É que toda vez que me quebro, eu preciso de um tempo a sós comigo mesma, para me reorganizar, juntar meus pedaços, para depois poder reaparecer com minha pose de durona e ninguém enxergar a minha fragilidade. Então se eu sumir, você já sabe o porque, e se eu demorar para voltar, é por ainda ter muito oque remendar ou então eu simplesmente morri. Mas de todo jeito, não leve a mal.”
— You are so sad, love.

